Geração X

O termo Geração X é utilizado para rotular as pessoas nascidas após o chamado “Baby Boom”, que foi um aumento importante na taxa de natalidade dos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial. Também conhecida como Gen X, essa geração inclui a população nascida no início de 1960 até o final dos anos 70, podendo alcançar o início dos anos 1980, até 1984. No Brasil, ela vivenciou acontecimentos como as “Diretas Já” e o fim da ditadura.
Enquanto a Geração Baby Boomer se apresenta como contemporânea ao nascimento da tecnologia a Geração X surge já fazendo uso dos recursos tecnológicos promovidos por sua geração precursora. No meio profissional a Geração X é caracterizada atualmente por certas resistências em relação a tudo que é novo, além de apresentar insegurança em perder o emprego por pessoas mais novas e com mais energia. Essas formam a sucessora da Geração X: a Geração Y.
Nas palavras do escritor norteamericano John Ulrich, a geração X sempre foi considerada como um grupo de pessoas jovens, sem identidade aparente, que enfrentariam um mal incerto, sem definição, um futuro hostil. Aparições posteriores do termo "geração x", em meados dos anos 1960 e meados de 1970, mudaram sua abrangência de geração global, atribuída por Capa, para conjuntos específicos de sub-culturas da juventude britânica, constituídos principalmente de homens brancos da classe trabalhadora, desde os mods e seus rivais os rockers até a sub-cultura punk, mais abertamente contestadora.
A iniciativa pessoal e uma saudável dose de ceticismo contra as grandes organizações têm produzido um grande número de empresários e gestores desta geração. Um valor chave da Geração X é conseguir um equilíbrio entre objetivos de carreira e qualidade de vida.

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